UPP diz que policiais não atiraram no dia em que bebê morreu por bala perdida

Ruan Bruno Gomes Nunes dormia em casa quando foi atingido na madrugada deste sábado, 12, na favela do Metrô, na zona norte do Rio

Daniela Amorim, O Estado de S.Paulo

13 Dezembro 2015 | 14h43

A Unidade de Polícia Pacificadora da Mangueira concluiu que os policiais da unidade não fizeram disparos na madrugada deste sábado, 12, quando uma criança de dois anos morreu após ser atingida por uma bala perdida na favela do Metrô, na rodovia ao pé da comunidade, na zona norte do Rio.

Ruan Bruno Gomes Nunes dormia em casa quando foi atingido. Apesar de ter sido levado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, o bebê não resistiu aos ferimentos.

Segundo o comando da UPP, a contagem das balas das armas dos policiais concluiu que não houve consumo de munição no dia da morte da criança. A assessoria da UPP sustenta que, por volta de 4h da manhã deste sábado, policiais acompanhavam a dispersão de uma festa na comunidade quando foram surpreendidos por tiros disparados por bandidos do entorno em direção aos carros da polícia. Os policiais disseram que não revidaram os disparos.

O caso é investigado pela Divisão de Homicídios. Segundo a Polícia Civil, ainda não há novas informações nas investigações e somente o inquérito poderá chegar à conclusão de onde partiu a bala que matou o menino.

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