STF mantém RDD a sobrinho de Castor de Andrade

Rogério Costa de Andrade e Silva é acusado de chefiar bando criminoso que explora jogos ilegais no Rio

Milton F. da Rocha Filho, da Agência Estado,

20 Julho 2007 | 11h24

Denunciado por chefiar um bando de criminosos que explora jogos ilegais no Rio de Janeiro, Rogério Costa de Andrade e Silva, 43 anos, sobrinho do bicheiro Castor de Andrade, já morto, vai continuar preso, em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD). A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie indeferiu liminar em habeas-corpus.   A ação foi impetrada pela defesa contra decisão do ministro Paulo Gallotti, do Superior Tribunal de Justiça, que também negou a liminar.   Rogério de Andrade e Silva pretendia com o habeas-corpus aguardar seu julgamento ainda preso, porém, fora do Regime Disciplinar Diferenciado.   Contudo, ao analisar a liminar, a ministra Ellen Gracie constatou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) ainda não julgou o mérito do habeas-corpus pedido pelos advogados de Rogério Costa de Andrade e Silva. Essas informações foram divulgadas pelo próprio STF.   A presidente do STF negou o pedido com base na Súmula 691, segundo a qual "não compete ao Supremo Tribunal Federal conhecer de habeas-corpus impetrado contra decisão do Relator que, em habeas corpus requerido a tribunal superior, indefere a liminar".

Mais conteúdo sobre:
Castor de Andrade máfia dos jogos

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.