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Tasso Marcelo/Estadão

Trabalhadores da CSN feridos em incêndio são transferidos para o Rio e estão estáveis

Colaboradores foram transferidos para o Hospital Oeste D’Or, em Campo Grande, na zona oeste do Rio

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Mariana Sallowicz,
O Estado de S.Paulo

27 Março 2016 | 15h27

RIO – Os quatro trabalhadores feridos nesta sexta-feira, 25, após um incêndio na fábrica da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda (RJ), estão estáveis, de acordo com informações da empresa. Eles foram transferidos para o Hospital Oeste D’Or, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. O incêndio teve início por volta de 22h30 de sexta-feira, 25, e deixou quatro trabalhadores feridos.

Inicialmente, os feridos foram atendidos na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Vita, em Volta Redonda.

Os colaboradores Wanderlei dos Santos, Dênis da Silva, Aluenio Alves e Renan Martins foram visitados na manhã deste domingo, 27, por um médico da empresa. Segundo a CSN, eles respondem ao tratamento da forma adequada.

A companhia destacou em nota que estão “garantidos os cuidados específicos aos quadros clínicos de cada um deles” e seus familiares “estão recebendo toda a assistência necessária e serão transportados diariamente ao hospital”.

De acordo com a CSN, a apuração das causas do acidente ainda está em curso.

Histórico. Em nota, o sindicato lamentou o acidente e informou que o diretor Carlos Santana está acompanhando o caso de perto. De acordo com a CSN, as causas do acidente estão sendo apuradas. “A companhia está acompanhando os atendimentos prestados pelo hospital e aguarda boletim médico sobre o quadro clínico dos colaboradores”, diz a nota da CSN. 

Foi o quarto acidente ocorrido na Usina Presidente Vargas no período de um ano, segundo o sindicato. Desta vez, o problema ocorreu na área de zincagem da siderúrgica, onde as bobinas de aço são preparadas para uso por indústrias como automotiva e linha branca. “Na segunda-feira será formada uma comissão com a CSN, o sindicato e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) para investigar as causas do acidente”, disse o diretor do sindicato, Carlos Santana.

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