AI-5, o ato do arbítrio

AI-5, o ato do arbítrio

rosesaconi

13 de dezembro de 2011 | 09h15

Há 43 anos, na tarde/noite da sexta-feira, 13 de dezembro de 1968, sentados à mesa de jantar do Palácio das Laranjeiras, sede da Presidência da República no Rio, 25 membros do Conselho de Segurança Nacional – 15 militares e 10 civis – aprovaram o Ato Institucional nº 5 (AI-5),um golpe da linha-dura do regime militar que assassinou a liberdade e jogou o País nas trevas. Cerca de 1500 pessoas foram punidas após o AI-5, censurados mais de 950 filmes e peças, e milhares sofreram torturas.

No mesmo dia da edição do ato, as edições do Estadão e Jornal da Tarde foram apreendidas.

“Às favas, senhor presidente, neste momento, todos, todos os escrúpulos de consciência” (Jarbas Passarinho, então ministro do Trabalho e da Previdência, na reunião do AI-5)

Ouça a íntegra da reunião que decidiu pelo AI-5:

Pesquisa e Texto: Rose Saconi
Tratamento de Imagens:
José Brito

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