Sócrates poderia ter sido ídolo palmeirense. Foi ídolo de todos

Sócrates poderia ter sido ídolo palmeirense. Foi ídolo de todos

Edmundo Leite

04 de dezembro de 2011 | 14h57

Como seriam nossas vidas se as coisas tivessem acontecido de outra maneira em determinados momentos cruciais?  A questão eternamente sem resposta pode ser refeita neste domingo em que o futebol perdeu um de seus maiores talentos.

Desde que despontou no Botafogo de Ribeirão Preto em 1974, vários times grandes tentaram contratar o estudante de medicina que fez da bola o seu ofício, sua arte.  Palmeiras, Santos, Portuguesa, Fluminense tentaram levar  Sócrates para seus times. Com seu incontestável talento, é provável que a trajetória de sucesso continuasse em qualquer clube. Mas foi no Corinthians que tudo aconteceu. Para sorte dos demais torcedores, havia a seleção brasileira para torcer por Sócrates sem pudor de externar a admiração pelo ídolo alheio.

Jornal da Tarde – 13/10/1975

Jornal da Tarde – 13/8/1974


O Estado de S.Paulo – 15/9/1974

Jornal da Tarde – 29/11/1974

O Estado de São Paulo – 29/11/1974
 

O Estado de S.Paulo – 01/12/1974

O Estado de S. Paulo – 05/12/1974

Pesquisa e texto: Edmundo Leite
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