Buraco a cada meio metro provoca risco de acidente na zona leste
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Buraco a cada meio metro provoca risco de acidente na zona leste

Na Rua Valença do Minho, no Jardim Brasília, motoristas desviam de ‘crateras’ e moradores ficam receosos para atravessar a via

Renata Okumura

30 de junho de 2017 | 19h05

SÃO PAULO – Moradores da Rua Valença do Minho, no Jardim Brasília, na zona leste da capital paulista, reclamam do excesso de buracos existentes na via. A reportagem da Blitz Estadão foi ao local e constatou que motoristas precisam desviar dos buracos para não estragar os veículos. Nesta via há pelo menos seis buracos – um a cada meio metro. Moradores reforçam que a situação está desta forma há mais de seis meses.

Buraco ocupa praticamente metade da rua (Foto: Renata Okumura)

O comerciante Irênio Alves de Souza estragou dois pneus na Rua Valência do Minho.  “É preciso arrumar os buracos do bairro porque é muito perigoso. Carros abandonados também prejudicam os bairros”, destacou.

Expedito Farias concorda que as ‘crateras’ são prejudiciais e podem provocar acidentes. “Buracos estão muito grandes. Mais de seis meses com buracos. Somente a praça do bairro é bem cuidada. Moradores limpam a praça Maria Cristina”, disse.

Buraco a cada meio metro em via da zona leste (Foto: Ricardo Ferreira – motorista da Blitz Estadão)

Na mesma região, a reportagem constatou a existência de um buraco que ocupa metade da Rua Alfredo Pimenta, nas proximidades da Rua Valença do Minho.

A Prefeitura Regional Itaquera informa que foram realizados serviços de tapa-buraco nas vias citadas no mês de maio. “Esclarecemos que a continuidade dos reparos será incluída na programação do próximo mês”, prometeu.

Ainda na zona leste, a moradora Débora Santos informa que há várias ruas esburacadas no bairro Cidade Tiradentes. “São várias ruas que não têm asfalto e o lixo também fica a céu aberto. Não dá nem para andar direito e quando chove vira um verdadeiro lamaçal. O acesso para essas ruas é feito pela Rua Jaime Ovale”, acrescentou.

A Prefeitura Regional Cidade Tiradentes esclarece que a área citada é irregular e está com processo de regularização em andamento. Com relação ao lixo, a regional ressalta que três vezes por semana (terça, quinta e sábado) é realizada a coleta, com orientação para que os moradores descartem o lixo apenas nos dias citados.

A reportagem esteve novamente na Rua Terra Brasileira, também na zona leste, a pedido dos leitores e observou que o serviço prometido pela prefeitura ainda não foi realizado. “Ainda há muitos buracos. Estão assim há meses”, destacou um morador, que preferiu não se identificar.

Lixo acumulado em canteiro central da Avenida Águia de Haia, desde o metrô Arthur Alvim até o Terminal A.E. Carvalho (Foto: Renata Okumura)

Descarte de lixo. No canteiro central da Avenida Águia de Haia ainda há muito entulho, o que incomoda moradores do bairro Terminal A.E. Carvalho, na zona leste.

A Prefeitura Regional Penha informa que o canteiro central da Avenida Águia de Haia é ponto viciado de descarte irregular, onde a limpeza é executada mediante demanda. “Entretanto, uma equipe irá avaliar o local para verificar o tipo de material descartado e, sendo de competência da regional, a limpeza será realizada”, reforçou a nota.

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