Excesso de barulho provocado por bares tira a tranquilidade de moradores
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Excesso de barulho provocado por bares tira a tranquilidade de moradores

Prefeitura promete que irá vistoriar os estabelecimentos citados pela reportagem

Renata Okumura

25 de março de 2019 | 16h45

SÃO PAULO – Moradores da Rua Frederico de Azevedo Antunes, no Jardim Rosana, na zona sul da capital paulista, relatam transtornos provocados um bar da região.

Segundo relatos, o estabelecimento funciona até altas horas e ainda por cima coloca cadeiras e mesas nas calçadas. Moradores já fizeram reclamação ao Programa Silêncio Urbano (Psiu) da prefeitura municipal.

“O bar fica aberto até tarde e é um barulho infernal. Som ligado no último volume e tem cadeiras do lado de fora do bar. Pessoas também ficam gritando. Os piores dias são: sexta, sábado e domingo”, disse moradora que preferiu manter o anonimato.

Em resposta, o Psiu informa que a solicitação da munícipe foi devidamente respondida e finalizada. Nas quatro vistorias, o estabelecimento se encontrava fechado no momento da fiscalização.

“Para locais cujo funcionamento cause prejuízo ao sossego público serão aplicadas as penalidades com os valores de R$ 11.062,76 na primeira infração; R$ 22.125,52 na segunda e de R$ 33.188,28 na terceira, que pode acarretar ainda no fechamento administrativo, conforme parâmetros da Lei 16.402/16. A quarta autuação pode significar fechamento com auxílio policial com abertura de inquérito Policial”, destacou a nota.

Na zona oeste, munícipes estão incomodados com um serviço de buffet localizado na Rua Cerro Corá, altura do número 2.207, no Alto da Lapa.

De acordo com os moradores, estabelecimento não respeita a lei do silêncio e nem as leis de trânsito. “Ultimamente está incomodando os moradores da região, devido ao excesso de barulho e o não cumprimento das leis de trânsito. O barulho fica até altas horas da madrugada. Já abri diversos protocolos na prefeitura”, relatou morador que preferiu não se identificar.

A Secretaria Municipal das Subprefeituras, por meio do Psiu, irá vistoriar o local. As fiscalizações são realizadas em parceria com a Guarda Civil Metropolitana ou com a Polícia Militar.

O Programa de Silêncio Urbano realiza ações de combate ao barulho atendendo as solicitações no canal de atendimento SP156 (pelo telefone 156, acessando o site ou no aplicativo disponível para Android e iOS).

BARULHO

Queixas por barulho em SP envolvem ‘pancadão’ e até comércios locais. Na zona sul, moradores do Morumbi reclamam do barulho ensurdecedor que é provocado todos os domingos na Rua Wilsom com a Rua Itapeim, na Favela de Paraisópolis. José Alberto mora na Rua José Carlos de Toledo Piza, que fica há 500 metros do local, e consegue ouvir nitidamente o barulho.

Favela de Paraisópolis Foto: Renata Okumura

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