Moradores da zona sul reclamam de árvores com risco de queda e cobram conserto de calçadas
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Moradores da zona sul reclamam de árvores com risco de queda e cobram conserto de calçadas

Renata Okumura

15 de abril de 2019 | 15h00

Moradores cobram serviço de conservação. Foto: Morador Guilherme Daffre

SÃO PAULO – Não apenas em razão da chuva, mas a falta de conservação das árvores da capital paulista tem provocado, cada vez, mais transtornos à população. Além do risco de queda, há receio pela proximidade com os fios de eletricidade.

Na Rua Artur Dias, no Jardim Saúde, na zona sul, existem três árvores, na mesma quadra, de grande porte que estão com risco de queda, afirmam moradores da região.

Árvore com risco de queda. Foto: Morador Guilherme Daffre

“Solicito providências com relação à árvore localizada em frente ao número 420. A calçada está cada vez mais levantada. Há anos, pedimos a verificação. Os riscos são iminentes e, com certeza, haverá prejuízo financeiro aos moradores e potenciais danos à saúde”, destacou Guilherme Daffre.

Além disso, segundo moradores, na altura dos números 265, 298 e 317, existem duas árvores com aparente risco de queda e que estão cobrindo completamente a iluminação, deixando a rua vulnerável, principalmente, à noite e ainda atingindo a rede elétrica.

No dia 3 de março, três árvores caíram na Rua Frei Rolim, na mesma região, interrompendo o fornecimento de energia por várias horas.

Relembre: Os galhos de uma árvore de grande porte na Rua Bartira, na esquina com a Rua Cardoso de Almeida, em Perdizes, na zona oeste da capital paulista, chegam até o posto de gasolina localizado do outro lado da rua. Diante da forte chuva que atinge a cidade, mesmo no outono, moradores demonstram receio. “Os galhos atingem a fiação e há risco de queda”, destacou o frentista José Wilson que trabalha há alguns anos na região.

Placa com os dizeres “Estou caindo” é colocada em árvore em Perdizes. Foto: Renata Okumura/ Estadão

CALÇADAS

Moradores relatam que entre as ruas Borges Lagoa e Pedro de Toledo, na zona sul da cidade, há trincas nas calçadas. Segundo eles, a preocupação é maior porque muitos pacientes do Hospital do Rim, AACD e Hospital São Paulo passam pelo local.

“Podem ser constatados defeitos no concreto. Vide a calçada do Hospital do Rim, na Rua Borges Lagoa e na vizinhança do Hospital São Paulo”, ressaltou munícipe que preferiu não se identificar.

A Secretaria Municipal das Subprefeituras informa que foi realizada uma vistoria na Rua Borges Lagoa, em frente ao Hospital do Rim, e ficou constatado que não havia trinca, mas sim problemas na rampa do estacionamento. Os reparos já foram realizados.

“As calçadas citadas nas ruas Pedro de Toledo e Borges Lagoa fazem parte de uma rota. Conforme a Lei 14.675/2008, que instituiu o Plano Emergencial de Calçadas – PEC, o poder público municipal é responsável pela padronização que compõe as rotas definidas no Decreto 49.544/2008 e pela fiscalização da calçadas que foram contratadas em forma de licitação por empresas de engenharia. “Estas deverão seguir todas as normas técnicas vigentes, sendo a empreiteira obrigada a reparar possíveis defeitos, sem custos para a Prefeitura”, destacou a nota.

Quer compartilhar alguma reclamação em seu bairro? Mande seu relato por WhatsApp (11) 9-7069-8639 ou para o email blitzestadao@estadao.com.

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