“A gente só aprende na adversidade”, diz intérprete da Mangueira

Estadão

13 Fevereiro 2013 | 14h55

Clarissa Thomé, Rio de Janeiro – O intérprete da Mangueira, Luizito, disse há pouco que o fato de a escola ter desfilado com duas baterias não prejudicou a agremiação nem provocou o atraso de seis minutos no desfile.

Segundo ele, a Mangueira desfilou grande demais. “Essa é uma questão que vamos ter que rever para os próximos carnavais. Mas a gente só aprende na adversidade. As duas baterias foram uma inovação que encantou o público.”

Ele falou também sobre o último carro, que representava Cuiabá como cidade sede da copa, e que quebrou em frente a uma das cabines dos jurados: “Vamos ter nota baixa ali, mas espero que seja descartada”.

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