Divirta-se em Salvador, com ou sem dinheiro

Estadão

10 de fevereiro de 2010 | 11h13

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Atrás do trio elétrico só não vai quem não comprou seu abadá – uma camiseta que chega a valer R$ 1 mil nesta época do ano e dá direito a entrar para dentro do cordão de isolamento de um bloco num dia específico. Os soteropolitanos dão mais valor ao circuito do centro da cidade, mas os turistas curtem mais o circuito da praia, que é beneficiado pela brisa constante do mar.

Os camarote mais importantes – de Daniela Mercury e do Expresso 2222 – só recebem convidados. Mas hoje dá para comprar um lugar em dezenas de camarotes ao longo do circuito da praia. São os sucessores dos antigos bailes de salão, só que com DJ e, em alguns casos, boca livre. A maioria dos participantes dificilmente se liga nos blocos que estão passando na rua.

Na faixa

Quer aproveitar a folia em Salvador sem gastar? dirija-se ao Pelourinho, onde acontece um carnaval à antiga, com marchinhas (e a eventual passagem de blocos afro). Dá também para arriscar seguir os trios gratuitos da Secretaria de Cultura que vão desfilar nos circuitos oficiais: um deles será comandado por antigos Novos Baianos.

(O Estado de S. Paulo)

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