Apito do milésimo gol de Pelé está preservado em Recife

Apito do milésimo gol de Pelé está preservado em Recife

Edmundo Leite

19 de novembro de 2019 | 12h37

 

Um minúsculo, mas essencial, objeto da história do futebol está preservado no Recife. Com ele, o árbitro alagoano Manoel Amaro de Lima sinalizou o pênalti que resultaria no milésimo gol de Pelé no jogo contra o Vasco em 19 de novembro de 1969.

O apito vermelho de plástico da marca Rocket,  modelo MM 51, gravado em dourado com a inscrição “Juiz Manoel Amaral”, foi doado pelo juiz ao narrador esportivo pernambucano Jota Soares, cuja coleção particular foi adquirida Fundação Joaquim Nabuco há alguns anos.

A relíquia, que naquela noite foi também foi usada pelo árbitro para dispersar os jogadores vascaínos que reclamavam da marcação, para autorizar a cobrança e confirmar o gol, é um dos itens da exposição “40 anos, 40 peças” no Museu do Homem do Nordeste. O museu fica na avenida  Dezessete de Agosto, 2187 – Casa Forte, em Recife.

Debate – Nesta terça, 19/11, quando completam-se cinquenta anos do milésimo gol, o escritor Celso de Campos Jr. faz um lançamento de uma tiragem especial do livro As Joias do Rei Pele. O autor fará um debate com o o jornalista Alberto Helena Jr. no Museu do Futebol, às 19 horas, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Veja a cobertura original do milésimo gol de Pelé no Acervo Estadão:

“A bola branca atravessou a linha de gol aos 34 minutos, 12 segundos e 9 décimos, para estabelecer uma ponte entre a realidade e a fantasia: o milésimo gol de Pelé”.

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