20 anos de Memória e os seus retratos
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20 anos de Memória e os seus retratos

Redação

04 Outubro 2011 | 08h00

Diferenciar Memória de História não é tarefa fácil. Mas o sociólogo francês Maurice Halbwachs defendia uma distinção bem nítida. Para ele, a Memória – entendida como construção coletiva – só se estabelece na continuidade, e depende de um grupo social que a faça lembrar. Já a História começa quando acaba a Memória. A única forma, então, de manterem vivas as lembranças (memorialísticas e históricas) seria escrevê-las em formato de narrativa.

Para alçançar esse objetivo, resgatamos uma imagem bem simbólica e utilizamos a ferramenta do audioslide. A partir da fotografia da turma de focas de 1991 queremos propor um retorno de 20 anos. Não apenas isso. Queremos também lançar uma proposta para os 20 anos seguintes. Os focas de ontem se misturam com os focas de hoje. Desejos, conquistas e aprendizado se mesclam com sorrisos e retratos.

Quatro colegas da 2ª turma do Curso de Jornalismo Estado contam um pouco o que representou sua passagem pelo Curso dos Focas. Eles mostram, também, seus novos retratos e relembram as lições aprendidas lá atrás. Outros membros da mesma família do Focas, integrantes da 22ª turma, têm a missão de pensar adiante. Num exercício de reflexão, sugerem o que esperamdaqui a 20 anos. Que os participantes da 42ª turma possam monitorar a concretização de tais aspirações. Seguimos!

Clique para assistir 

 

Leia mais:

Todo mundo já foi foca

– Faça o download gratuito da trilha sonora do audioslide (“16 minutos” – A Banda de Joseph Tourton: grupo instrumental recifense formado por jovens de 20 e poucos anos de idade, em média).

 Davi Lira de Melo, de 26 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)