A passagem pelas redações
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A passagem pelas redações

Redação

03 Novembro 2010 | 00h14

Se o curso fosse um jogo de futebol, montar um “compacto” com os melhores momentos seria uma tarefa das mais difíceis. Não porque são escassos, muito pelo contrário. Em meio a tanta informação adquirida diariamente, difícil apontar o que de melhor aconteceu nos últimos dois meses.

O jornalista e professor do curso Luiz Carlos Ramos, porém, consegue destacar dois momentos como cruciais neste processo de formação dos focas: a vinda de Paco Sánchez, diretor da Corporación Voz de Galicia, proprietária do jornal espanhol La Voz de Galicia; e a passagem pelas redações do Grupo Estado.

A cada duas semanas, os focas começam em uma nova editoria ou redação, seja na Rádio Eldorado, TV Estadão, Agência Estado, Jornal da Tarde, estadão.com.br ou nos cadernos de O Estado de S. Paulo. Cada um percorrerá cinco delas até o fim do curso, definidas por meio de sorteio.

Em muitas delas, como nas editorias Nacional e Economia, os focas têm a oportunidade de participar e, inclusive, contribuir para as edições diárias do Estado. Porém, se por vezes temos a chance de fazer matérias inteiras, em outras o trabalho pode parecer um pouco burocrático, como encontrar personagens, por exemplo. Entretanto, como afirmou o chefe de reportagem da editoria Nacional, Cley Scholz, “a tarefa de ouvir o outro lado e encontrar personagens é chata e difícil, mas tão importante quanto o lide das matérias”.

No fim das contas, o que importa é participar, de alguma forma. Porque qualquer coisa que se faça, por mínima que seja, está sendo feita em um dos maiores jornais do Brasil. É experiência. E ninguém perde por adquirir um pouco mais.

Tiago Rogero, de 22 anos, é formado em Jornalismo pelo Centro Universitário Newton Paiva