Jornalismo esportivo requer boa preparação e agilidade
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Jornalismo esportivo requer boa preparação e agilidade

Redação

25 Outubro 2013 | 17h50

Por Teresa Dias

Esporte foi o assunto que fechou a Semana Estado de Jornalismo. A repórter do Estadão Amanda Romanelli ressaltou a importância da cobertura especializada no tema. “Você tem que estar preparado antes de cobrir eventos esportivos. Numa Olímpiada, por exemplo,é necessário ter uma boa bagagem cultural e rapidez para tomar decisões em um ambiente em que várias coisas acontecem ao mesmo tempo”, afirmou. Ela citou como exemplo a cobertura que fez sobre o atleta Arthur Zanetti, ginasta que ganhou ouro na última competição. “Estudei o Arthur por 6, 7 meses antes”, disse.

A reportagem “Arquitetura, Construção e Desenvolvimento das Arenas da Copa do Mundo 2014”, publicada no Estadão, também foi destaque no bloco. Fábio Sales, diretor de arte do Estadão, comentou sobre a série de infográficos com os estádios construídos para o evento que ganhou prêmios como o CNI e o Prêmio Internacional de Infográficos. “Fizemos questão de ter esse trabalho em 3D, porque queríamos tê-lo em versão impressa e on-line”. Conseguir as plantas das construções, assim como “decodificá-las”, entretanto, não foi fácil. “No começo, demoramos um mês para desenhar apenas um estádio”, contou Almir Leite, repórter da editoria de esporte.

Expondo o outro lado da cobertura esportiva, o assessor do Palmeiras Fernando Melo falou sobre a relação entre jornalistas e assessorias: “O repórter inteligente é o que vê o assessor como aliado. Claro que há um interesse de defender o clube, mas também há uma fonte de informação ali”.

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