Boris e os focas
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Boris e os focas

Redação

07 Outubro 2011 | 08h00

Uma conversa franca, direta e descontraída. Foi assim o bate-papo dos 30 focas com o jornalista Boris Casoy na última terça-feira, 4. E o profissional mostrou o quão importante é ter amor pela profissão.

“Eu adoro o que faço”, repetia ele. Sua rotina, por sinal, não deixa dúvidas de que é uma pessoa dedicada à notícia. Acorda às 11h e ouve as últimas do rádio. Na sequência, parte para os jornais. Depois, faz exercícios físicos e almoça. No final da tarde, comenta ao vivo – e de casa – na programação da rádio BandNews FM. Às 20h30, chega à Band para fechar os últimos detalhes do jornal que apresenta, no início da madrugada. De volta ao lar, por volta das 3h, ele ainda dá uma checada nas principais notícias que pipocam pela internet. E vai dormir.

Sobre o futuro dos meios de comunicação, Boris reconhece que a tendência é mesmo a convergência de mídias – um smartphone é exemplo por excelência – e que as novas gerações de profissionais da comunicação devem estar preparadas para tal “fenômeno”. “Mas o que importa é o jornalista ter conteúdo”, afirmou.

Como terminou o encontrou? Não poderia terminar de outra forma senão esta:

José Roberto Gomes, 22 anos, cursa o último ano de Jornalismo na Faculdade Cásper Líbero

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