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Especial

Redação

19 Outubro 2011 | 08h00

Impressiona o poder da palavra especial. Desde que nos foi passada a missão de sugerir e, agora, apurar e escrever uma “pauta especial”, para onde quer que se olhe na sala dos focas, vê-se rostos desesperados. Entre os 30, conta-se nos dedos de uma mão aqueles que conseguem manter a aparência tranquila, despreocupada, serena. Ou seria simplesmente controlada?

O que não se pode negar é que o efeito de “especial”, ao contrário de extremamente positivo, tem causado devastação no clima de euforia e animação que tomava conta da classe até uma semana atrás. Falar em focas, no momento, é referir-se a pessoas neuróticas, cansadas, e com ar de preocupação.

“Calma, que no fim tudo da certo”, dizem alguns. Não adianta. Tampouco funciona conversar sobre a pauta em questão, sugerir caminhos, apontar possíveis soluções. A tensão tomou conta e não parece querer largar. Exemplo disso é a monotonia do nosso grupo do Facebook. Desde que soubemos que passaríamos 100 dias juntos, não houve um momento sequer em que a página estivesse tão pouco movimentada como no último fim de semana.

É focas… A calma e o controle difíceis de manter terão, uma hora, que ser encontrados no meio de toda a confusão das pautas, porque, pelo visto, assim serão nossos próximos 50 dias.

Débora Álvares, de 23 anos, é formada em Jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)

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