Prêmio Capitu: ajude a escolher a brasileira que mais faz pelas mulheres
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Prêmio Capitu: ajude a escolher a brasileira que mais faz pelas mulheres

Redação

30 Novembro 2018 | 21h21

Fotos: Anis – Instituto de Bioética; Iara Morselli/Estadão; Fabio Motta/Estadão; Levi Fanan; Marcos de Paula/Rio2016; Marcia Foletto/Agência Globo.

O Prêmio Capitu do Estadão/Focas reconhece as brasileiras que mais fazem pelas mulheres.

A seleção inicial dos nomes foi realizada pelas jornalistas da redação do Estadão. Foram mais de 500 nomes apontados em cinco categorias: Política, Direitos Humanos, Economia e Negócios, Cultura, Ciência e Tecnologia.

As seis que receberam mais indicações foram Debora Diniz, Djamila Ribeiro, Elza Soares, Luiza Trajano, Maria da Penha e Marielle Franco.

Agora, pedimos que você nos ajude a escolher a brasileira que mais fez pelas mulheres. Vote! O prazo para participar termina na próxima quarta-feira, dia 5.

As seis finalistas serão homenageadas com um podcast e terão matérias publicadas no site. A mais votada terá sua história contada em uma matéria especial em reconhecimento por seu trabalho.

Sobre Capitu

O prêmio faz parte de Capitu, nova plataforma online do Estadão, elaborada pelos participantes da 29ª edição do Curso Estado de Jornalismo, também conhecido como Curso Focas. Capitu trata de política, comportamento e economia de forma mais ligada ao público feminino. O portal será lançado dia 11 de dezembro, atrelado ao site do Estado de S. Paulo.

Conheça as finalistas:

Debora Diniz

Antropóloga, pesquisadora, documentarista e professora da Universidade de Brasília Debora Diniz

Foto: Anis – Instituto de Bioética

Antropóloga, pesquisadora, documentarista e professora da Universidade de Brasília. Desenvolve pesquisas sobre bioética, feminismo, direitos humanos e saúde. Dentre seus trabalhos está a Pesquisa Nacional de Aborto (PNA), de 2010, que mostrou que uma em cada cinco mulheres até os 40 anos já fez pelo menos um aborto.

Djamila Ribeiro

A filósofa e especialista em direitos humanos, Djamila Ribeiro

Foto: Iara Morselli/Estadão

Filósofa e especialista em direitos humanos. Em 2016, fez parte da secretaria de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo na gestão do prefeito Fernando Haddad. É autora dos livros O que é Lugar de Fala e Quem Tem Medo do Feminismo Negro?. Também coordena a Coleção Feminismos Plurais e o Selo Sueli Carneiro.

Elza Soares

A cantora e compositora, Elza Soares

Foto: Fabio Motta/Estadão

Cantora e compositora. Foi obrigada pelo pai a se casar quando tinha 12 anos. Com 15, já havia visto morrer dois filhos por conta da fome. Em 1999, foi eleita pela Rádio BBC de Londres a cantora brasileira do milênio. Após 50 anos de carreira, lançou o premiado A Mulher do Fim do Mundo, seu primeiro trabalho composto apenas de canções originais.

Luiza Trajano

Dona da rede de varejo Magazine Luiza e líder do Grupo Mulheres do Brasil, Luiza Trajano

Foto: Levi Fanan

Empresária formada em Direito, comanda a rede de varejo Magazine Luiza e outras empresas ligadas ao grupo. Também lidera o Grupo Mulheres do Brasil, formado por atuantes em segmentos da economia para propor ações sobre educação,  empreendedorismo, cota para mulheres e projetos sociais.

Maria da Penha

Farmacêutica bioquímica, ativista pelo direito das mulheres Maria da Penha.

Foto: Marcos de Paula/Rio2016

Farmacêutica bioquímica formada pela Universidade Federal do Ceará. Autora do livro Sobrevivi… Posso Contar (1994), em que expõe o caso de dupla tentativa de feminicídio por parte de seu marido. Em 2006, o governo federal batizou com seu nome a Lei nº 11340, como reconhecimento de sua luta por direitos das mulheres.

Marielle Franco

Quinta vereadora mais votada do Rio em 2016 Marielle Franco. Foi assassinada a tiros no Rio de Janeiro.

Foto: Marcia Foletto/Agência Globo

Formada em Ciências Sociais, Marielle foi a quinta vereadora mais votada do Rio em 2016. Trabalhou também na coleta de dados sobre a violência contra as mulheres, pela garantia do aborto em casos previstos por lei e pelo aumento na participação feminina na política. Foi assassinada a tiros junto de seu motorista, Anderson Gomes, na região central do Rio.