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Ser foca é embriagante

Redação

07 Setembro 2011 | 11h01

– Mas é só para o networking, porque conhecimento é tão importante quanto relacionamento.

– Durante o happy hour conhecemos um ídolo, exemplo de ser humano. Figura ilustre, sensação dos focas.

– Ser foca é, literalmente, embriagante. Desculpem-me pelo clichê, mas é viciante. Quero muito mais!

– Os focas se conheceram nesse quarto dia de curso. Cerveja é o melhor socializador do universo. Que venham os três meses.

– No bar, os focas falam daquilo que nunca tiveram coragem…

Assim, no Johny’s (bar localizado perto do Estadão) e com recados não identificados deixados no bloquinho, terminou nossa primeira terça-feira de curso. Num ótimo lugar para o relax de uma véspera de feriado, para a comemoração dos focas, para a nossa primeira confraternização? Sim! Mas, certamente, o lugar cativo em vários momentos nos próximos três meses (que o digam os focas velhos…).

Depois de um dia de muito papo, pudemos conferir as personalidades, fraquezas e preferências de cada um (apareceram promoters, musos de Santa Catarina e até assessores de celebridades). Longe de casa, tudo se torna mais árduo e as dificuldades ficam, sem dúvida, mais evidentes. Isso, nenhum de nós 13, vindos de fora da cidade, podemos negar – nem os outros 17, já residentes em São Paulo, passam por período mais fáceis. Ontem, porém, a sensação de que estamos todos juntos, no mesmo barco, tornou-se mais real. As angústias compartilhadas entre um copo e outro, as alegrias divididas, os risos estridentes, a preocupação aparente, tudo nos uniu e, depois do Johny’s, podemos afirmar, com certeza: somos a 22ª turma de focas do Estadão!

A expectativa do que virá nos próximos três meses está à flor da pele. A necessidade de vivenciar tudo logo é quase incontrolável. A ansiedade ainda tira noites de sono. Um brinde a nossos próximos três meses! E que venham as pautas inesperadas, as apurações aparentemente impossíveis, as broncas e correções de textos. Que seja engrandecedor e nos ajude, a cada um, a nos tornarmos pessoas melhores, mais maduras e, em especial (objetivo certo de cada um dos 30), jornalistas mais atentos, menos ingênuos e cada dia mais comprometidos com a profissão e nossos ideais.

Débora Álvares, de 22 anos, é formada em Jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB)