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Sou Free

Redação

23 Novembro 2011 | 08h00

No meio de um daqueles momentos nostálgicos, lembrei-me do encontro que tivemos em setembro com Vitor Hugo Brandalise e Edison Veiga. Um dos tópicos daquela conversa com os focas foi sobre como conciliar paixões e trabalhos extras fora do expediente.

Acredito que com muito esforço e organização (de agenda, pensamentos e ações) é possível trabalhar em projetos paralelos. Sem querer fiz a ponte com um amigo que neste mês acaba de começar a trabalhar na revista tão sonhada e com quem “flertou” por algum tempo. Ele começou com um frila para a publicação, conseguiu virar colaborador fixo e há uma semana recebeu o tão esperado registro na carteira.

No entanto, para chegar até aquele ponto, assim como Vitor Hugo e Edson, ele teve que ralar muito. Trabalhava numa assessoria de imprensa e todo o tempo livre que tinha pesquisava, apurava e escrevia. Muitos diziam que ele estava louco tentando equilibrar tantas tarefas, mas ele (ainda bem) não desistiu.

Fazer frilas, também pode ser uma ótima maneira de tentar entrar no mercado, trabalhar com temas diferentes e testar as delícias e dores de ser seu próprio chefe. Desde que finalizei minha graduação, essa é a maneira com que pago parte das contas do mês. Não sou nenhuma especialista no caso, mas posso dar algumas dicas.

Networking é fundamental. Estabeleça e preserve seus contatos.

Se assim como eu você acabou vindo parar numa cidade na qual não conhece ninguém, uma saída é dar uma olhada em sites como o do Prolancer.

Também vale seguir no Twitter os perfis:

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Mas se você tem ideias de pauta e sabe em qual lugar gostaria de trabalhar, a dica é a seguinte. Vá até o expediente da publicação e procure o contato do editor ou do chefe de reportagem. Use sua cara de pau nata de jornalista e envie um e-mail ou telefone mesmo. Ofereça uma pauta, se já tiver a matéria apurada, melhor ainda. Insista, negocie e não desista mesmo quando não houver retorno ou depois de zilhares de nãos.  Posso dizer, por experiência própria, que, quando você menos esperar, um sim apagará todas as negativas da memória.

Romina Cácia, de 26 anos, é formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB)