A ciência está perto da cura do novo coronavírus? Ouça no ‘Estadão Notícias’

A ciência está perto da cura do novo coronavírus? Ouça no ‘Estadão Notícias’

Gustavo Lopes Alves

02 de março de 2020 | 05h30

Um médico brasileiro é o responsável por coordenar uma equipe nos Estados Unidos que realiza testes e estudos do medicamento remdesivir, tido como o mais promissor para combater a forma mais grave do novo coronavírus. A notícia é importante, já que os casos de pessoas que contraíram o Covid-19 aumentou, e já está presente em cerca de 50 países em todos os continentes do planeta. No Brasil, os casos suspeitos também aumentaram para mais de 180. Por causa do avanço rápido da doença, a OMS elevou para “muito alto” o risco do coronavírus no mundo. Afinal, esse medicamento testado pela equipe do médico brasileiro é uma esperança? Em relação ao desenvolvimento de uma vacina para imunizar a população, com funciona esse processo?

Na edição de hoje, conversamos com André Kalil, responsável pelos testes do remdesivir, que fala conosco direto dos Estados Unidos. Sobre a expectativa para o desenvolvimento de uma vacina, batemos um papo com a diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações, Mayra Moura.

 

OUÇA O ‘ESTADÃO NOTÍCIAS’ TAMBÉM NO YOUTUBE

Todas as edições deste podcast também são publicadas no canal do Estadão no Youtube. Para ouvir gratuitamente nesta plataforma, é só clicar aqui.

 

ESTAMOS DISPONÍVEIS NA DEEZER!

Os podcasts do Estadão são oferecidos para consumo gratuito no serviço de streaming Deezer. Para ouvir, basta fazer o login na plataforma. Uma vez logado, é só colocar no campo de busca o nome do programa (“Estadão Notícias”) que você terá acesso imediato a todo nosso histórico de publicações. Você também pode acessar diretamente clicando neste link.

 

OUÇA TAMBÉM NO SPOTIFY!

Os podcasts do Estadão também são oferecidos para consumo gratuito na plataforma de streaming Spotify. Para acessá-lo e passar a segui-lo, basta digitar o nome do programa (“Estadão Notícias”) no campo de busca. Ou pode clicar diretamente neste link.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.