A história do dinheiro queimado e o futuro da Casa da Moeda; ouça no ‘Estadão Notícias’

A história do dinheiro queimado e o futuro da Casa da Moeda; ouça no ‘Estadão Notícias’

Gustavo Lopes Alves

19 de fevereiro de 2020 | 06h00

Depois do terremoto que devastou o Haiti em janeiro de 2010, o então presidente Lula acertou uma série de medidas para oferecer ajuda ao país caribenho. Entre elas estava a produção de gourdes, a moeda haitiana, pela Casa da Moeda do Brasil. Dez anos depois, em 2020, o Brasil começou a incinerar 63,7 milhões de cédulas haitianas inacabadas, abandonadas há mais de sete anos em um estoque no Rio de Janeiro.

Por que as cédulas foram abandonadas e posteriormente destruídas? Qual o prejuízo que fica para o Brasil nessa empreitada? Quem conta pra gente essa história é a repórter do Estadão em Brasília Tânia Monteiro. E para contar sobre a produção das ilustrações que acompanham a matéria no portal do Estadão, conversamos com o ilustrador Marcos Müller, do nosso time de infografia.

Esta edição também traz um papo com o professor de Economia do Ibmec Walter Franco sobre o futuro da Casa da Moeda e sua possível privatização.

Ilustração: Marcos Müller

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