Caça às estátuas: história passada a limpo? Ouça no ‘Estadão Notícias’

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Caça às estátuas: história passada a limpo? Ouça no ‘Estadão Notícias’

Gustavo Lopes Alves

15 de junho de 2020 | 06h00

Desde que as manifestações antirracistas eclodiram pelo mundo, um movimento de derrubar símbolos de figuras históricas autoritárias ou racistas surgiu. Em Londres, a estátua de Winston Churchill foi pichada. Nos Estados Unidos, a do conquistador das Américas, Cristóvão Colombo, foi arrancada e jogada em um rio. A queda desses símbolos representa uma ruptura com o passado, como aconteceu na morte de Sadam Hussein, por exemplo. No Brasil, essa discussão tem se tornado cada vez mais forte. Em São Paulo, se discute a retirada de uma estátua do bandeirante Borba Gato, conhecido pela caça e escravidão de indígenas. Como podemos entender esse fenômeno?

Na edição de hoje, conversamos sobre esse assunto com os historiadores, Paulo César Garcez Marins, da Universidade de São Paulo e Carlos Fico da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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