Cantanhêde: ‘Torres deve ter consultado a Marinha para responder Bolsonaro’

Laís Gottardo

10 de janeiro de 2022 | 10h50

O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, rebateu neste sábado, dia 8, o presidente Jair Bolsonaro e cobrou uma retratação pública dele. A reação do chefe da agência reguladora aconteceu dois dias depois de Bolsonaro levantar suspeitas sobre a diretoria do órgão, ao reclamar do aval da Anvisa para a vacinação de crianças de 5 a 11 anos contra covid-19. Em entrevista a uma emissora de rádio de Pernambuco, Bolsonaro perguntou, em tom insinuativo: “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”. Para Cantanhêde, ‘ou Bolsonaro comprova as acusações, sob risco de prevaricação, ou pede desculpas publicamente’.

Após o presidente Jair Bolsonaro admitir que até mesmo os policiais federais poderão ficar se reajuste salarial em 2022, o presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), Rudinei Marques, avalia que o Planalto corre o risco de enfrentar o descontentamento também das categorias ligadas à segurança. ‘A solução é cancelar o aumento da Polícia Federal em vez de brigar com todos os outros sem aumento’, opina Eliane.

#PerguntePraEliane

Os ouvintes podem mandar perguntas para Eliane Cantanhêde pelas redes sociais da Eldorado e pelo WhatsApp no quadro #PerguntepraEliane. Para participar, basta encaminhar suas perguntas com essa hashtag para o perfil da Rádio Eldorado no Facebook, cujo endereço é facebook.com/radioeldorado. O perfil do Twitter é @eldoradoradio e do Instagram, @radioeldorado. O telefone para participar via WhatsApp é (11) 99481-1777.

ESTAMOS DISPONÍVEIS NA DEEZER!
Os podcasts do Estadão são oferecidos para consumo gratuito no serviço de streaming Deezer. Para ouvir, basta fazer o login na plataforma. Uma vez logado, é só colocar no campo de busca o nome do programa (“Editorial Estadão”) para você ter acesso imediato a todo nosso histórico de publicações. Você também pode acessar diretamente clicando neste link.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.