O que o caso Nakamura revela sobre o processo de adoção

O que o caso Nakamura revela sobre o processo de adoção

Gabriela Meireles, especial para o Estadão

17 de junho de 2022 | 00h30

No fim de maio, o assunto da adoção voltou à tona a partir de uma situação divulgada pela atriz e apresentadora, Carol Nakamura. Em uma série de stories em seu perfil no Instagram, a atriz detalhou a trajetória de um menino de 12 anos chamado de “filho” por ela e seu marido, finalizando com o retorno da criança à sua família biológica, por escolha própria.

O casal teria conhecido a criança em um trabalho social na região do lixão do Jardim Gramacho, região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo Nakamura, a ida do menino para sua casa tinha a intenção de estimular uma vida escolar, além de ter sido combinada diretamente com a avó do garoto.

Ao explicar os motivos por trás da ausência do “filho” em suas redes sociais, antes recheadas de postagens com a criança, a atriz recebeu diversas críticas. Entre os assuntos aflorados, estão a exposição do menino em seus relatos, a responsabilização do menor pelo acontecido e o fato do acolhimento ter acontecido fora dos trâmites legais da adoção.

Mas afinal, como casos semelhantes podem ser evitados? Quais as alternativas para quem deseja adotar no Brasil? Para falar sobre o tema, episódio desta sexta-feira, 17, do ‘Estadão Notícias’ conversa com presidente da Comissão Nacional de Adoção do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Dra. Silvana do Monte Moreira.

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Apresentação: Emanuel Bomfim
Produção/Edição: Jefferson Perleberg, Bárbara Rubira, Gabriela Forte e Gabriela Meireles
Montagem: Moacir Biasi

Nakamura e Leonel comunicaram o retorno do filho adotivo à família biológica pelas redes sociais  (Foto: Reprodução/Instagram)

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