Como funciona o ‘gabinete do ódio’? Quanto ele pode comprometer família Bolsonaro? Ouça no ‘Estadão Notícias’

Como funciona o ‘gabinete do ódio’? Quanto ele pode comprometer família Bolsonaro? Ouça no ‘Estadão Notícias’

Gustavo Lopes Alves

09 de dezembro de 2019 | 06h00

O alvo da CPMI das Fake News no Congresso é o suposto “gabinete do ódio” que atuaria no terceiro andar do Palácio do Planalto, próximo ao presidente Jair Bolsonaro. Em recentes depoimentos, principalmente, de deputados que eram próximos do capitão, como Alexandre Frota e Joice Hasselmann, assessores ligados a Eduardo Bolsonaro e ao vereador do Rio, Carlos, seriam os responsáveis por produzir conteúdo falso e promover ataques a adversários políticos. Com base nas acusações, a comissão vai solicitar acesso aos computadores desses servidores. Afinal, quais as consequências que essa CPMI pode trazer para o presidente Bolsonaro?

Na edição de hoje, o repórter do Estadão em Brasília, Patrik Camporez, traz a repercussão desses depoimentos. Já o especialista em Direito Constitucional e Eleitoral, e advogado da deputada Joice Hasselmann, Tony Chalita, fala sobre o andamento desse processo.

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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

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