Conteúdo Patrocinado: Caminhos da Energia – ouça 1º episódio de podcast especial

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Da Redação

29 de junho de 2021 | 17h00

Cidades inteligentes, smart grids, novas matrizes de energia renovável, crise energética, mudanças climáticas. Que ganhos os novos investimentos em energia vão trazer ao País e aos consumidores? O que tudo isso tem a ver com a conta que você paga no fim do mês? A entrada de novos agentes no setor pode melhorar a infraestrutura nacional.

Neste especial, realizado pelo Estadão Blue Studio, entrevistas com especialistas sobre o cenário atual e o futuro da energia no País explicam sobre as novas bases do setor energético.

Entre os entrevistados, a CEO e fundadora da plataforma digital Bright Cities, Raquel Cardamone, explica sobre smart cities, como iluminar melhor as cidades. Nelson Kagan, professor da Escola Politécnica da USP, diz que a adoção das chamadas redes inteligentes de energia (smart grids) é fruto de uma visão baseada na da convergência tecnológica.

No transporte, a grande contribuição que as novas tecnologias estão trazendo para a transformação das cidades em ambientes mais inteligentes e sustentáveis é na eletrificação de parte da frota. Para , Cristina Albuquerque, gerente de Mobilidade do World Resources Institute (WRI) no Brasil, o investimento de um veículo elétrico é maior no início, mas a falta de postes e de pontos para recarga está sendo solucionado. Mas o custo de operação e manutenção é mais baixo do que o a diesel, por exemplo, combustível usados em ônibus da cidade de São Paulo.

O presidente da consultoria PSR, Luiz Barroso, diz que a forma como o mundo se relaciona com a energia está mudando desde que se iniciou a busca por uma matriz elétrica de menor intensidade e de uma utilização dessa matriz mais “limpa” como vetor para eletrificar o restante da economia. Sergio Leitão, diretor executivo do Instituto Escolhas, concordou que o Brasil é o país das energias renováveis, mas criticou o atual planejamento estratégico da EPE, que se estende até 2030.

No contexto dessa transição do setor elétrico para uma base mais limpa, Fabio Zanfelice, presidente da Votorantim Energia, defende que o contexto regulatório favoreça a utilização de recursos já existes para diminuir o preço ao consumidor.

 

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