Eliane: ‘A Saúde quis transferir responsabilidade pública para área privada’

Laís Gottardo

20 de janeiro de 2022 | 10h25

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) adiou nesta quarta-feira a decisão sobre a liberação de autotestes de covid-19 no Brasil. Quatro dos cinco diretores da agência julgaram necessário ter mais informações por parte do Ministério da Saúde sobre o procedimento e cobraram a formalização de uma política pública. A pasta tem o prazo de 15 dias para enviar as informações. “A primeira nota técnica do Ministério sobre os autotestes indicava que a Pasta lavava as mãos e que era um problema das farmácias. Então, o setor público transferiu responsabilidade pública para uma área privada”, opina Eliane Cantanhêde.

Nesta quinta, a Anvisa analisa o pedido do Instituto Butantan para o uso emergencial da vacina Coronavac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos de idade. Iniciada na última sexta-feira, 14, a campanha de vacinação das crianças no Brasil está restrita apenas ao uso do imunizante da Pfizer. “Especialistas apontam que 90% dos internados por covid-19 não estão com o esquema vacinal completo e as crianças estão consideradas entre eles. A decisão de hoje é importantíssima”, lembra a colunista.

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