Eliane: “CPI do MEC é natimorta; depois da eleição ninguém terá interesse nela”

Laís Gottardo

06 de julho de 2022 | 10h18

O governo de Jair Bolsonaro venceu uma batalha contra a oposição e conseguiu empurrar a CPI do Ministério da Educação para depois das eleições. Com essa estratégia, dificilmente a comissão parlamentar de inquérito sairá do papel. A decisão de não abrir agora a investigação sobre o gabinete paralelo no MEC foi anunciada ontem, após uma reunião entre o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e líderes de partidos. “As comissões do MEC no Senado seriam ‘uma no ferro, uma na ferradura’, mas quem lucra com essa história é o presidente Jair Bolsonaro”, diz Eliane.

O Congresso derrubou nesta terça-feira, 5, os vetos do presidente Jair Bolsonaro (PL) às leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc 2, que direcionam, em conjunto, R$ 6,9 bilhões para o setor de cultura no País. O acordo contou com o aval do líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (PL-TO).

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