Eliane: ‘Dom Brandes tocou nos pontos mais frágeis do governo Bolsonaro’

Laís Gottardo

13 de outubro de 2021 | 10h18

Depois de ouvir críticas sobre a liberação de armas e a condução da pandemia pelo seu governo nas celebrações do Dia da Padroeira, o presidente Jair Bolsonaro tirou a máscara e causou aglomeração, nesta terça-feira, no Santuário Nacional de Aparecida. Ele, que já tinha provocado um grande ajuntamento de pessoas na chegada, desfilou com o corpo fora do carro quando saiu do santuário. Parte do grupo, que se espremia nas cercas de segurança, o aplaudiu e chamou de “mito”, enquanto um coro menor gritava “lixo”. Um chinelo foi arremessado do meio do público, mas não atingiu o presidente.

O pastor Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, divulgou nesta segunda-feira um vídeo em que cobra dos ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, da Secretaria de Governo, Flávia Arruda, e das Comunicações, Fábio Faria, uma defesa para aprovação de André Mendonça como ministro do Supremo Tribunal Federal.

A Advocacia-Geral da União disse ao Supremo Tribunal Federal que o impeachment é um processo de natureza política e, por isso, não é papel da Corte definir prazo para sua análise.

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