Eliane: ‘Quando achamos que já vimos de tudo, vem o fatiamento dos precatórios’

Laís Gottardo

03 de dezembro de 2021 | 10h36

O Senado aprovou nesta quinta-feira a medida provisória que cria o Auxílio Brasil com uma alteração que, na prática, volta a permitir que famílias fiquem na fila de espera do programa de transferência de renda, mesmo que cumpram os requisitos para receber o benefício. Isso porque o Senado voltou a atrelar o fim da fila à disponibilidade de recursos no Orçamento, assim como era no Bolsa Família. Agora, a proposta seguirá para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quinta-feira que o programa Auxílio Brasil é “politicamente irresistível”. Guedes comemorou a aprovação pelo Senado da PEC dos Precatórios, que abre espaço no Orçamento para o benefício de R$ 400 no Auxílio Brasil, e disse que os gastos públicos estão sob controle.

Com a saída da delegada Dominique de Castro Oliveira do escritório da Interpol, o governo Jair Bolsonaro já acumula ao menos duas dezenas de mudanças na Polícia Federal em razão de divergências políticas com o governo e com a cúpula da corporação, ou de investigações que desagradaram ao Planalto.

#PerguntePraEliane

Os ouvintes podem mandar perguntas para Eliane Cantanhêde pelas redes sociais da Eldorado e pelo WhatsApp no quadro #PerguntepraEliane. Para participar, basta encaminhar suas perguntas com essa hashtag para o perfil da Rádio Eldorado no Facebook, cujo endereço é facebook.com/radioeldorado. O perfil do Twitter é @eldoradoradio e do Instagram, @radioeldorado. O telefone para participar via WhatsApp é (11) 99481-1777.

ESTAMOS DISPONÍVEIS NA DEEZER!
Os podcasts do Estadão são oferecidos para consumo gratuito no serviço de streaming Deezer. Para ouvir, basta fazer o login na plataforma. Uma vez logado, é só colocar no campo de busca o nome do programa (“Editorial Estadão”) para você ter acesso imediato a todo nosso histórico de publicações. Você também pode acessar diretamente clicando neste link.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.