Eliane: ‘Sim, Zelensky foi comediante, mas Bolsonaro foi praticamente expulso do Exército’

Laís Gottardo

02 de março de 2022 | 10h44

O mundo acompanha, estupefato, a dicotomia insana do Brasil diante da invasão russa na Ucrânia, que terá drásticas consequências por toda a parte. O presidente Jair Bolsonaro diz uma coisa, o Itamaraty faz outra. Ele anuncia “solidariedade” à Rússia e “neutralidade”, mas o Brasil votou contra a Rússia na ONU e o chanceler Carlos França corrigiu ontem na GloboNews: a posição do Brasil “é de equilíbrio, não de neutralidade”. “O Brasil não pode ter posição de neutralidade quando a segunda maior potência do planeta, que tem bomba atômica, que é a Rússia, invade e ataca outro país que não chega nem ao pés em poderio bélico. É o forte contra o fraco. Não é possível”, opina Eliane.

O Republicanos se afasta cada vez mais de Jair Bolsonaro (PL). Apesar de integrar a base aliada do presidente no Congresso, o partido avalia anunciar neutralidade na eleição presidencial. Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o líder da sigla na Câmara, deputados Vinícius Carvalho (SP), reforçou a insatisfação. Segundo ele, faltam “lealdade” e “respeito” por parte do governo. “O Republicanos teme que o novo partido de Bolsonaro sugue mais parlamentares, por isso o líder do Republicanos pede lealdade ao presidente”, diz Cantanhêde.

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