Eliane sobre veto à LSN: ‘Bolsonaro agiu pelos interesses de seus apoiadores’

Laís Gottardo

02 de setembro de 2021 | 10h55

O presidente Jair Bolsonaro sancionou com vetos a Lei nº 14.197/2021, que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN), remanescente da ditadura militar. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 2. Criada em 1935, a última versão em vigor era de 1983, e pouco foi aplicada após a Constituição de 1988. Mas a LSN voltou a ser usada com maior frequência pelo atual governo. Conforme o Estadão mostrou em março, foram 77 inquéritos abertos pela Polícia Federal com base na legislação entre 2019 e 2020 – aumento de 285% em relação aos governos anteriores.

A CPI da covid no Senado terá, nesta quinta-feira, o depoimento do lobista Marcony Faria que ajudou o filho 04 do presidente, Jair Renan, a abrir sua própria empresa. Faria é apontado pela comissão como um intermediário da Precisa Medicamentos, que fechou contrato com o Ministério da Saúde de mais de R$ 1 bilhão para venda da Covaxin — o contrato foi suspenso por suspeita de irregularidade.

E mais: deve ser votado hoje, 02, o novo Código Eleitoral, com 905 artigos e quase nenhuma discussão com a sociedade.

#PerguntePraEliane

Os ouvintes podem mandar perguntas para Eliane Cantanhêde pelas redes sociais da Eldorado e pelo WhatsApp no quadro #PerguntepraEliane. Para participar, basta encaminhar suas perguntas com essa hashtag para o perfil da Rádio Eldorado no Facebook, cujo endereço é facebook.com/radioeldorado. O perfil do Twitter é @eldoradoradio e do Instagram, @radioeldorado. O telefone para participar via WhatsApp é (11) 99481-1777.

ESTAMOS DISPONÍVEIS NA DEEZER!
Os podcasts do Estadão são oferecidos para consumo gratuito no serviço de streaming Deezer. Para ouvir, basta fazer o login na plataforma. Uma vez logado, é só colocar no campo de busca o nome do programa (“Editorial Estadão”) para você ter acesso imediato a todo nosso histórico de publicações. Você também pode acessar diretamente clicando neste link.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.