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‘Estadão Notícias’: É possível coibir ‘fake news’ no WhatsApp?

Emanuel Bomfim

17 de outubro de 2018 | 06h00

A poucos dias da realização do segundo turno das eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio de seu Conselho Consultivo sobre Internet, foi buscar alguma solução que pudesse dar fim ou, ao menos, frear o compartilhamento de “fake news” via serviço de troca de mensagens do WhatsApp. O timing não parece ser dos melhores, já que grande parte da campanha eleitoral se estabeleceu por ali há muito tempo – seja para divulgação de propostas, seja para a divulgação de notícias falsas.

A questão, no entanto, é muito mais complexa: realmente é possível coibir conteúdo inapropriado no WhatsApp? Do ponto de vista tecnológico, a resposta é “não”. Quem nos explica em detalhes é Bruno Capelas, editor do Link Estadão, convidado do episódio de hoje. Segundo ele, apesar da gravidade de muitos casos relatados, ainda se comete o equívoco de achar que o real problema está no mensageiro. “É um clichê o que vou dizer, mas a tecnologia é sempre uma arma que pode ser usada para o bem ou para o mal”, comenta. Ouça entrevista no player acima.

 

Na coluna “Direto ao Assunto”, José Nêumanne Pinto comenta sobre as tentativas frustradas de desconstrução da imagem de Jair Bolsonaro (PSL) por parte da campanha do PT.

 

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