‘Estadão Notícias’: Exército não pode ser usado como sentinela de condomínio, afirma especialista em segurança pública
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‘Estadão Notícias’: Exército não pode ser usado como sentinela de condomínio, afirma especialista em segurança pública

Gustavo Lopes Alves

29 Setembro 2017 | 05h59

Edição desta sexta-feira, 29, traz uma avaliação sobre a violência no Rio de Janeiro, e quais os motivos que levaram a cidade a passar por situações de caos na segurança. A ida das Forças Armadas para auxiliar o policiamento do Estado demonstra que o governo do Rio perdeu a capacidade de combater a violência? O ministro da Defesa Raul Jungmann já anunciou a saída das tropas nesta sexta-feira. A antropóloga e professora do Departamento de Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense, Jacqueline Muniz, diz que há necessidade de um plano de ação operacional das forças de segurança do Rio para atuar em situações emergenciais e de risco. A especialista lembra ainda que projetos de combate à violência, como as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), foram desmantelados por setores do Estado. Ouça no player abaixo:

Além disso, vamos falar com a editora da Coluna do Estadão Andreza Matais sobre o acordão para salvar Aécio Neves e Michel Temer no Congresso Nacional. Mesmo que o Supremo Tribunal Federal (STF) confirme a decisão de afastar o senador e mantenha seu recolhimento noturno, o plenário do Senado deve ser favorável ao parlamentar. Ao mesmo tempo, o presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), escolhe como relator da segunda denúncia contra o presidente Bonifácio Andrada (PSDB-MG), que é pró-governo.

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FOTO FABIO MOTTA/ ESTADAO