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‘Estadão Notícias’: Partidos no Brasil são agências para ganhar eleição, diz Roberto Romano

Emanuel Bomfim

31 Agosto 2018 | 06h00

A campanha eleitoral ganha um novo contorno a partir desta sexta-feira (31) com a entrada da propaganda obrigatória em rádio e TV. A exposição dos candidatos, antes restritas às ruas e à internet, cresce absurdamente. Com isso, há uma crença de que esse volume de inserções irá mexer com a posição dos presidenciáveis nas pesquisas de intenção de voto, favorecendo, evidentemente, aqueles que detêm mais tempo, caso do tucano Geraldo Alckmin. Ainda assim, não há plena segurança de que a TV terá este papel vital na definição do resultado do primeiro turno. Será um fenômeno a ser observado a partir de agora.

A definição sobre o futuro de Lula é outro fator que deve mexer com a consolidação das candidaturas. Conversamos sobre estes e outros assuntos com o professor de Ética e Filosofia da Unicamp, Roberto Romano, que visitou nossos estúdios e foi entrevistado pelo jornalista Haisem Abaki. Ouça no player acima.

 

Edição de hoje ainda apresenta um resumo de como foi a participação da candidata Marina Silva (Rede) na série de sabatinas promovida pelo Estadão e a Faap. Ela respondeu a perguntas de jornalistas e da plateia presente ao auditório da universidade, em SP.

 

Na coluna “Direto ao Assunto”, José Nêumanne Pinto comenta sobre o processo de análise da candidatura de Lula no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).