Expresso: Bolsonaro mente e exagera em discurso na Assembleia-Geral da ONU

Laís Gottardo

21 de setembro de 2021 | 13h31

O presidente Jair Bolsonaro jogou por água abaixo a tese de diplomatas de que faria um discurso mais sóbrio do que os anteriores na abertura da Assembleia-Geral da ONU, sem, desta vez, apelar para sua base ideológica. Logo no início da sua fala, o presidente insistiu na retórica de que seu governo é melhor do que o retratado na imprensa e disse, como fez em 2019, que o Brasil esteve “à beira do socialismo”. Nos cerca de 13 minutos de pronunciamento, mentiu ou distorceu informações sobre manifestações no País, dados ambientais e corrupção em seu governo. Ele ainda atacou governadores e prefeitos por políticas de isolamento social na pandemia de covid-19, defendeu o chamado “tratamento precoce” contra covid-19 — em referência a medicamentos comprovadamente ineficazes contra covid, como hidroxicloroquina e ivermectina — e se colocou contrário a “passaportes de vacinação”.

E mais: a paralisação da produção de remédios contra o câncer por falta de verba federal e o aumento da punição do ex-presidente da CBF, acusado de assédio. Ouça estas e outras notícias desta terça-feira, 21, no “Eldorado Expresso”.

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