Expresso: CGU não vê irregularidades em contrato da Covaxin

Laís Gottardo

29 de julho de 2021 | 13h47

O ministro-chefe da CGU , Wagner Rosário, disse hoje que a investigação preliminar sobre as supostas irregularidades no contrato para a compra da vacina indiana Covaxin não encontrou indícios de sobrepreço de 1000% na oferta intermediada pela Precisa Medicamentos. A Controladoria Geral da União também não detectou incongruências nos prazos processuais do contrato.

Em declaração a apoiadores o presidente Jair Bolsonaro disse que o STF (Supremo Tribunal Federal) cometeu crime ao permitir que prefeitos e governadores tivessem autonomia para aplicar medidas restritivas contra a pandemia da Covid-19. A declaração foi uma reação à mensagem postada em uma rede social do STF na quarta-feira, 28. No texto, a corte reafirma que não impediu o governo federal de agir no enfrentamento da pandemia.

E mais: Rebeca Andrade faz história como primeira ginasta brasileira a conquistar medalha olímpica e Mayra Aguiar leva bronze no judô. Ouça estas e outras notícias desta quinta-feira, 29, no “Eldorado Expresso”.

 

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