Home office na mira do Ministério Público; ouça no ‘Estadão Notícias’
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

Home office na mira do Ministério Público; ouça no ‘Estadão Notícias’

Gustavo Lopes Alves

06 de outubro de 2020 | 00h10

Com o aumento no número de pessoas que estão em home-office, por causa da pandemia, o Ministério Público do Trabalho quer fiscalizar melhor se as leis estão sendo cumpridas, mesmo longe das empresas. O órgão publicou nota técnica com 17 recomendações sobre o home office para empresas, sindicatos e órgãos da administração pública. A lista detalha questões como limitação de jornada, direito à desconexão e preservação da privacidade da família do trabalhador. No entanto, especialistas na área do direito do trabalho dizem que o MPT não tem competência para isso, além de desestimular as empresas que já estudam manter a metodologia depois da pandemia.

Afinal, é preciso regulamentar melhor o home-office? Empresas e empregados têm se entendido nesta modalidade de trabalho? Na edição de hoje, conversamos com Sérgio Schwartsman, advogado especialista em Direito do Trabalho, que esclareceu vários pontos sobre o home-office

OUÇA O ‘ESTADÃO NOTÍCIAS’ TAMBÉM NO YOUTUBE

Todas as edições deste podcast também são publicadas no canal do Estadão no Youtube. Para ouvir gratuitamente nesta plataforma, é só clicar aqui.

ESTAMOS DISPONÍVEIS NA DEEZER!

Os podcasts do Estadão são oferecidos para consumo gratuito no serviço de streaming Deezer. Para ouvir, basta fazer o login na plataforma. Uma vez logado, é só colocar no campo de busca o nome do programa (“Estadão Notícias”) que você terá acesso imediato a todo nosso histórico de publicações. Você também pode acessar diretamente clicando neste link.

OUÇA TAMBÉM NO SPOTIFY!

Os podcasts do Estadão também são oferecidos para consumo gratuito na plataforma de streaming Spotify. Para acessá-lo e passar a segui-lo, basta digitar o nome do programa (“Estadão Notícias”) no campo de busca. Ou pode clicar diretamente neste link.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: