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Joice Hasselmann: “Apoio a Rodrigo Maia foi xeque-mate”; ouça no ‘Estadão Notícias’

Emanuel Bomfim

04 Janeiro 2019 | 06h00

Episódio desta sexta-feira (04) entrevista a deputada federal eleita por São Paulo, Joice Hasselmann (SP). Desde que teve sua vitória confirmada nas urnas, em outubro do ano passado, ela vem se articulando para ter uma posição de influência e destaque junto à bancada do PSL na Câmara.

Na conversa, que contou com participação do repórter de ‘Política’, Pedro Venceslau, a futura parlamentar fala sobre apoio a Rodrigo Maia, avalia a candidatura de Major Olímpio para presidência do Senado, e diz como pretende lidar com a oposição no plenário. Ouça no player acima.

 

Algumas declarações de Joice Hasselmann na entrevista:

 

“O que o PSL fez foi tomar um decisão estratégica, ocupando espaços estratégicos para garantir uma vida mais tranquila para o presidente Bolsonaro dentro da Câmara. Ou teríamos que simplesmente colocar nessas posições nossos inimigos. Aí seria uma total falta de inteligência do partido.”

 

“Candidato ideal para ser o Presidente da Câmara dos Deputados seria Jesus Cristo, mas ele não está disponível para este pleito.”

 

“Eu não posso dar um tiro de canhão na agenda econômica simplesmente para fazer o papel de criança na política, de ‘meninice política’. Foi uma jogada de xadrez, foi um xeque-mate, especialmente no pessoal da esquerda que queria ocupar esses cargos estratégicos.”

 

“Só existe uma possibilidade de vencer o Renan Calheiros: todos contra o Renan. Tem que ter um candidato do outro lado, não pode ter uma meia-dúzia.”

 

“A oposição não está disposta a firmar pacto nenhum. Mas pelo menos acenar… Eu creio que foi isso que o ministro Onyx quis fazer. Se tiver alguém com juízo ou com algum amor pelo Brasil, esse voto será bem-vindo.”

 

“Não dá para imaginar que eu e Gleisi Hoffmann vamos sentar ali no cafezinho da Câmara, do plenário, e bater um papinho e conversar o que vai fazer à noite.”

 

“A doçura que deveria ser emprestada ao discurso do Bolsonaro veio com o discurso em libras da Michelle. A Michelle, digamos, é o equilíbrio ali. É a extrema doçura com a extrema força.”

 

“O presidente Bolsonaro fez história. Ele não podia chegar no dia da posse dele e fazer um discurso para esquerda. Ele fez o discurso para o eleitor dele, jogou muito bem para a torcida e acho que ele fez certo.”

 

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