Maradona: o fim da humanidade de um ‘dios’; ouça no ‘Estadão Notícias’

Gustavo Lopes Alves

26 de novembro de 2020 | 00h10

Maradona viveu uma vida de batalhas entre a sua genialidade no futebol e o vício fora dos gramados. Tido como ‘deus’ na Argentina, sua humanidade foi colocada à prova quando se encontrou com as drogas. Aos 60 anos, o corpo do ex-jogador não aguentou e libertou sua alma para descansar. Nascido em um bairro periférico de Buenos Aires, Diego Armando fez história no Boca Juniors. Mas foi no pequeno Napoli, da Itália, ao lado do brasileiro Careca, que Maradona passou a ser conhecido mundialmente. Foi o líder criativo de uma geração pouco técnica na seleção do seu país, mesmo que sua história tenha sido curta, após ser pego no exame antidoping na Copa do Mundo de 94. Com Pelé, viveu uma relação de amor e ódio, que só foi apaziguada definitivamente em 2016. Para o mundo, morreu um dos maiores jogadores da história. Para os argentinos foi-se o homem, ficou a lenda.

Na edição de hoje, uma série de depoimentos e registros históricos da carreira e da história de Diego Armando Maradona, com a participação do colunista do Estadão, Mauro Cezar Pereira, e do editor de Esporte do Estadão, Robson Morelli.

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