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‘Notícia No Seu Tempo’: Agência quer exigir que plano de saúde atenda inadimplentes, Bolsonaro cita médico do Sírio para defender cloroquina e governo libera saque de R$ 1.045 do FGTS

Emanuel Bomfim

09 de abril de 2020 | 05h00

Por Adriana Cimino, Alessandra Romano e Gustavo Toledo

Na edição desta quinta-feira (9), o ‘Notícia No Seu Tempo’ traz o resumo das principais informações da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. Em Metrópole, como contrapartida para a liberação de recursos do setor, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu exigir das operadoras de planos de saúde garantias de atendimento a clientes inadimplentes e pagamento a prestadores de serviço durante a pandemia da covid-19. Cerca de 50 milhões de brasileiros são clientes de operadoras privadas de saúde. A não interrupção do atendimento é uma das exigências da ANS para desbloquear cerca de R$ 15 bilhões de um fundo de R$ 53 bilhões de reservas técnicas das operadoras. Em Política, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender ontem o uso da hidroxicloroquina como alternativa para o tratamento da covid-19, embora ainda faltem estudos conclusivos sobre a eficácia do remédio. Ele citou o exemplo do médico Roberto Kalil Filho, diretor-geral do Centro de Cardiologia do Hospital Sírio-Libanês, que admitiu ter tomado o remédio para se tratar da doença. No caderno Economia, o governo fará nova rodada de liberação de recursos do FGTS, a partir de 15 de junho. O saque será de R$ 1.045 por trabalhador e os valores ficarão disponíveis até 31 de dezembro.

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