‘Notícia No Seu Tempo’: Anvisa aprova uso emergencial de vacinas e SP inicia imunização, Pazuello critica ‘marketing’ e Enem tem falta recorde, mas alunos são barrados

Emanuel Bomfim

18 de janeiro de 2021 | 05h00

Por Adriana Cimino, Alessandra Romano e Gustavo Toledo

Na edição desta segunda-feira (18), o ‘Notícia No Seu Tempo’ traz o resumo das principais informações da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. Os três destaques de hoje vêm do caderno Metrópole. Após quase 11 meses de pandemia no País e com 209 mil mortes em decorrência da covid-19, os brasileiros, finalmente, começaram a ser vacinados. Às 15h30 de ontem, logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter autorizado, por unanimidade, o uso emergencial de duas vacinas no País, a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, recebeu, no Hospital das Clínicas de São Paulo, a primeira dose da Coronavac, que será desenvolvida no Instituo Butantã junto com o laboratório chinês Sinovac e foi a grande aposta do governo de São Paulo para combater o coronavírus. A Anvisa também autorizou o uso da vacina de Oxford. O ministro Eduardo Pazuello acusou indiretamente o governador João Doria de promover uma “jogada de marketing” ao iniciar a vacinação ontem mesmo em São Paulo. Candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em pelo menos três Estados foram barrados na entrada de locais de prova ontem. O Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais (Inep) alocou nas salas de prova um número superior à capacidade de 50%, contando com a alta abstenção. O número de faltosos bateu recorde, de 51,5%, mas a distribuição das ausências não foi uniforme.

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