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‘Notícia No Seu Tempo’: governo economiza R$ 68,9 bi em juros da dívida pública, repatriados em quarentena e miliciano ligado a caso Marielle é morto na Bahia

Emanuel Bomfim

10 de fevereiro de 2020 | 05h00

*Por Adriana Cimino e Cadu Cortez

Na edição desta segunda-feira (10), o ‘Notícia No Seu Tempo’ traz o resumo das principais informações da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. Em Economia, como resultado da queda dos juros básicos da economia nos últimos anos, o custo da dívida pública brasileira fechou 2019 no menor nível da história. Dados do Banco Central mostram que a taxa implícita da dívida bruta do País ficou em 7,8% no acumulado de 12 meses. No ano anterior, a taxa, que reflete o custo da União, dos Estados e dos municípios com a dívida pública, estava em 8,3%. O Ministério da Economia indica que a redução da Selic gerou, apenas no ano passado, uma economia de R$ 68,9 bilhões com o financiamento da dívida, montante superior a todo o investimento feito pelo governo federal no ano: R$ 56,6 bilhões. Em Metrópole, os 34 brasileiros trazidos da China pela FAB, por causa do coronavírus, iniciaram ontem quarentena na Base Aérea de Anápolis (GO), depois de 36 horas de viagem desde Wuhan. Com 811 mortes em dois meses, o coronavírus já superou, em letalidade e rapidez de transmissão, o surto da Sars, que matou 774 pessoas, ao longo de dez meses, entre 2002 e 2003. Também no caderno Metrópole, apontado como chefe da milícia Escritório do Crime, o ex-PM Adriano da Nóbrega foi morto em troca de tiros com a polícia na Bahia. Foragido, ele foi encontrado no sítio de um vereador do PSL.

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