´Notícia No Seu Tempo´: metade dos Estados planeja mudar regras da Previdência, governo prepara PEC emergencial mais ‘enxuta’ e 1º Enem sob Bolsonaro ignora ditadura e socialismo

Emanuel Bomfim

04 de novembro de 2019 | 05h00

Por Adriana Cimino e Alessandra Romano

Na edição desta segunda-feira (04), o ‘Notícia No Seu Tempo’ traz o resumo das principais informações da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. No caderno de Economia, pelo menos 14 governadores estudam ou já estão tocando suas próprias reformas da Previdência, sem esperar pela chamada PEC paralela. Cada Estado tem feito estudos próprios mas, de maneira geral, as propostas devem espelhar as exigências aprovadas pelo Congresso para o funcionalismo federal, incluindo idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para mulheres e tempo de transição para os que estão na ativa. Ainda em Economia, a PEC emergencial que deve ser levada para o Congresso nesta semana vai prever economia de gastos de R$ 24,8 bilhões no primeiro ano de vigência. A proposta é um dos cinco eixos de pacote preparado pelo Ministério da Economia e foi inspirada em PEC mais “robusta”, que garantia economia de R$ 95,5 bilhões. Uma das principais medidas é a redução temporária da jornada e de salário dos servidores. Em Metrópole, o primeiro Enem do governo Bolsonaro trouxe questões ligadas aos direitos humanos, como racismo e discurso de ódio nas redes, mas evitou temas considerados polêmicos pelo governo. Ficaram de fora perguntas sobre a temática LGBT, ditadura e socialismo, por exemplo. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse que a prova é a “cara” de Bolsonaro. A proposta de redação, sobre democratização do acesso ao cinema, foi considerada “neutra” por professores.

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