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‘Notícia No Seu Tempo’: para cada vaga formal perdida, dois informais ficam sem trabalho, Feder recusa convite para o MEC e jetons inflam rendimentos no 1º escalão do governo

Emanuel Bomfim

06 de julho de 2020 | 08h00

Por Adriana Cimino, Alessandra Romano e Gustavo Toledo

Na edição desta segunda-feira (06), o ‘Notícia No Seu Tempo’ traz o resumo das principais informações da edição impressa do jornal ‘O Estado de S. Paulo’. Em Economia, entre o trimestre encerrado em fevereiro e os três meses até maio, para cada trabalhador com carteira assinada que perdeu o emprego, dois informais ficaram sem trabalhar. Nesse período, 3,98 milhões de informais perderam sua principal fonte de renda. Entre os formais, 1,99 milhão ficaram desocupados, de acordo com cálculos do professor da USP Hélio Zylberstajn, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do IBGE. No caderno Metrópole, o secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, avisou ontem pelo Twitter que “declina do convite” para ser ministro da Educação. Grupos ligados a Olavo de Carvalho e militares tinham feito pressão para que Jair Bolsonaro desistisse de Feder. Ilona Becskehazy, secretária de Educação Básica do MEC, passou a ser cotada. Em Política, eleito com discurso de modernizar a máquina pública e reduzir os gastos com o alto funcionalismo, o presidente Jair Bolsonaro repete a prática dos antecessores de abrir espaço para o pagamentos de jetons. Ao todo, 333 civis e 12 integrantes das Forças Armadas mantêm cargos remunerados em conselhos de estatais com adicionais que chegam a R$ 40 mil por mês, podem ser somados aos salários e driblam as regras do abate-teto.

 

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