Podcast: Covid, guerra e ano eleitoral: economia brasileira vai sobreviver?

Por Jefferson Perleberg

21 de março de 2022 | 00h10

A inflação continua pressionando o orçamento dos brasileiros, segundo projeção divulgada na semana passada pelo Banco Central, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve fechar este ano em 6,45%. Há uma semana, essa previsão era de 5,65%. É a nona alta seguida na estimativa do mercado financeiro para a inflação, divulgada semanalmente pelo BC.

Porém esse não é o único problema para a economia brasileira, o Índice de Atividade Econômica, considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), está em queda. O indicador registrou recuo de 0,99% em janeiro deste ano na comparação com dezembro de 2021.

Com isso, o Ministério da Economia reduziu sua projeção de crescimento do PIB para 2022 de 2,1% para 1,5%. E com o aumento da inflação, o mercado financeiro também passou a projetar uma alta maior na taxa básica de juros da economia, a Selic. Aquela que influencia, por exemplo, nos juros dos empréstimos bancários.

Com a economia combalida em pleno ano eleitoral, ministros da ala política de Bolsonaro e a equipe econômica, chefiada por Paulo Guedes, têm trabalhado para lançar uma série de medidas na área econômica.

No episódio do podcast desta segunda-feira, 21, vamos falar sobre essas mudanças em ano eleitoral e o impacto fiscal que elas vão ter, com o economista José Márcio Camargo.

O Estadão Notícias está disponível no Spotify, Deezer, Apple Podcasts, Google podcasts, ou no agregador de podcasts de sua preferência.

Apresentação: Emanuel Bomfim

Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer

Montagem: Carlos Valério

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.