Podcast: Petrobrás joga gasolina na fogueira eleitoral

Gustavo Lopes Alves

18 de março de 2022 | 00h10

Jair Bolsonaro foi aconselhado pelos seus principais ministros a manter o general Joaquim Silva e Luna à frente da Petrobras, mas é questão de tempo a queda do general, que o presidente colocou há um ano no comando da Petrobras acreditando que iria resolver o problema da alta dos combustíveis na marra. Já naquele momento, o presidente era alvo das críticas de apoiadores pela alta dos preços.

A quinze dias do prazo final para que ministros-candidatos deixem os cargos, o presidente Jair Bolsonaro (PL) avisará a equipe de sua intenção de escalar substitutos “tampões” para o lugar de quem for disputar as eleições de outubro. O “plano A” do presidente é entregar os ministérios a secretários-executivos das pastas, embora o Centrão também esteja de olho nas cadeiras que ficarão vazias.

Ainda no campo eleitoral, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), disse que ainda tem tempo para tomar a decisão e que é preciso apoio político para sua eventual candidatura. O caminho no PSD ficou livre para o gaúcho após o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (MG), anunciar que não vai disputar a Presidência em outubro.

Esses são os assuntos que guiam nossa conversa quinzenal do “Poder em Pauta” com os jornalistas que acompanham o dia a dia da política, em Brasília. Participam no episódio de hoje do ‘Estadão Notícias’ Vera Rosa e Felipe Frazão, diretamente da capital federal.

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Apresentação: Emanuel Bomfim.

Produção/Edição: Gustavo Lopes, Jefferson Perleberg e Ana Paula Niederauer.

Sonorização/Montagem: Carlos Valério.

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