Rodrigo Maia: “Palanques regionais e tempo de TV serão decisivos”; ouça no ‘Estadão Notícias’
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Rodrigo Maia: “Palanques regionais e tempo de TV serão decisivos”; ouça no ‘Estadão Notícias’

Emanuel Bomfim

25 Abril 2018 | 06h00

Edição desta quarta-feira, 25, dá sequência à série de entrevistas com os pré-candidatos à Presidência da República. O convidado da vez é o deputado e presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia. Ele entra na disputa sob a chancela do Democratas, o DEM, partido que tem como raiz o PFL e tenta se desvencilhar do estigma de ser “de direita”. A última vez que a sigla lançou um candidato ao Palácio do Planalto foi em 1989, com Aureliano Chaves – num cenário tão pulverizado quanto é o atual, coincidentemente. Sobre esta fragmentação, inclusive, Maia entende que ela é fruto do final de um ciclo político “de um governo que se propôs a fazer uma transição.”

O parlamentar carioca acredita que as alianças regionais terão mais peso na definição dos reais candidatos do que o resultado nas pesquisas de intenção de voto. Maia, por sinal, pontua com, no máximo, 1% dos votos nos cenários medidos pelo Datafolha. “Não acredito que no período das convenções as pesquisas serão um bom instrumento de decisão. Acho que elas não darão um norte muito claro sobre aqueles que tem mais ou menos chances. A decisão vai ser tomada baseado em avaliações políticas”, avalia.

 

Na entrevista, que contou com a participação do jornalista Marcelo de Moraes, do ‘BR18’, o presidente da Câmara se colocou como um representante de um centro político mais próximo de Henrique Meirelles (MDB) e de Aldo Rebelo (Solidariedade), do que de Michel Temer (MDB) e Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo ele, estes dois últimos estão contaminados pela polarização eleitorais das últimas eleições no Brasil. “Tem que tomar cuidado em entender o que é centro. Centro não é um lugar que se coloca políticos de centro-direita para ficar distante do Jair Bolsonaro. Centro são aqueles políticos que compreendem a necessidade de acabar com a polarização e o radicalismo que atrasou o desenvolvimento do País.”

 

Maia evitou bater de frente com Temer, mas disse que “o governo quer um candidato para defender o passado”. E que, para ele, “o Brasil quer uma candidatura para construir o futuro”. Ouça a entrevista completa no player acima.

 

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