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Gatos abandonados no Campo de Santana são tratados e recebem chip

Animais estão sendo vacinados, castrados e identificados. Medida tem objetivo de controlar a população de gatos e evitar doenças

Fabio Grellet

26 Setembro 2015 | 09h00

Dez gatos encontrados no Campo de Santana, no centro do Rio, foram vacinados, castrados e identificados por meio de um chip – do tamanho de um grão de arroz, ele foi implantado sob a pele dos bichos. O projeto resulta de uma parceria entre a Fundação Parques e Jardins e a Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais.

 

Segundo a médica veterinária da secretaria, Ariele Araújo Alves, o plano tem por objetivo controlar a população de gatos e reduzir a incidência de zoonoses (doenças que podem ser transmitidas de animais para seres humanos) no Campo de Santana. “Infelizmente, muitas pessoas abandonam gatos nas praças da cidade. Como no Campo de Santana temos muitos gatos, a secretaria e a fundação firmaram essa parceria no intuito de evitar possíveis casos de zoonoses. Os gatos foram vacinados, vermifugados, castrados e microchipados justamente para, futuramente, sabermos quais animais já foram castrados e quais ações/procedimentos já foram realizados nele”, afirmou a veterinária.

 

Na segunda quinzena de setembro, os gatos tratados foram devolvidos ao Campo de Santana e outros dez animais foram recolhidos para tratamento. Assim que o trabalho for concluído eles retornarão ao parque.

 

Para as protetoras voluntárias de gatos, a iniciativa é bem vinda e deve ser estendida a outras praças da cidade: “Essa nossa antiga reivindicação foi enfim atendida. Estando bem tratados, bem cuidados, fica mais fácil conseguirmos adoção para os gatos”, afirmou Nataile Bougleux, de 27 anos, que há sete anos atua como protetora de animais.