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Jobson, do Botafogo, dá sinais de que quer ser profissional

Apesar da descrença no clube, atleta evita polêmicas e tem jogado bem; desempenho pode refletir conselhos do técnico Renê Simões

Silvio Barsetti

16 Março 2015 | 15h52

Jobson fez mais um gol pelo Botafogo, o vice-líder do Campeonato Carioca – no jogo contra o Resende, no domingo, no Engenhão. Há uma torcida numerosa pela recuperação desse rapaz. Jobson tem uma lista extensa de episódios que mancham sua vida profissional.

Flagrado duas vezes em exame antidoping por uso de cocaína; detido numa delegacia após sofrer acusação de agredir sua mulher; protagonista de baladas que terminaram em confusão; indisciplina nos clubes, recusando-se a treinar, etc

Pelo menos em 2015 seu nome ainda não foi envolvido em nenhum escândalo ou polêmica. No Botafogo, prevalece a descrença. Quando se trata de Jobson, ninguém aposta nada. O clube já deu ‘n’ chances para o atleta se redimir de equívocos. Não correspondeu nenhuma vez.

Tem jogado bem e pode estar acolhendo orientações e ensinamentos do técnico René Simões, com quem trabalhou no Bahia. Renê é equilibrado, ponderado e sabe lidar bem com esse universo do futebol, que muitas vezes evoca submundos onde talentos parecem buscar a ‘fonte’ da destruição.

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